terça-feira, 15 de junho de 2021

Redes sociais: confira peças produzidas para o Portal Digitais








 Estas peças foram feitas para avaliação do quarto semestre da disciplina em Redes Sociais, do Artur Araújo. Escolhi expor aqui porque foi um trabalho divertido de fazer e acho que mostra um lado meu que foge um pouco do jornalismo tradicional; que é um lado mais criativo e espontâneo. No fim, era pra ser um trabalho bem mais simples, mas eu fui gostando de fazer e quanto vi já tinha até incluído "comentários" do professor nas minhas artes. Tínhamos que fazer três posts sobre matérias do Digitais para publicarmos. Eu escolhi fazer uma thread para o twitter, um post carrossel para o instagram e um post meme para o feed. Além disso, acho que mostra também o quanto eu aprendi a mexer nas ferramentas de design, coisa que eu não tinha ideia no começo da faculdade.

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segunda-feira, 14 de junho de 2021

"Sou Só Eu": série documental aborda rotina de solidão

Produção mergulha nas histórias de um viúvo, duas professoras e um deficiente visual para mostrar o sentimento.



A série documental  "Sou só eu" é uma produção para as disciplinas de Jornalismo e Documentário e Produção Audiovisual, ambas ministradas pela professora Juliana Sangion no quinto semestre da faculdade de jornalismo. Nela, abordamos as histórias de quatro personagens e sua relação com a solidão, sentimento que precede a pandemia e que pertence a todos nós. O curta foi feito em grupo e exposto na primeira mostra da PUC Campinas, Vida em Telas. Confira aqui o primeiro episódio sobre a viuvez.


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PFF2 protege mais os usuários contra a Covid-19

 Modelo filtra melhor o ar e diminui o risco de contágio pelo ar; principal via de transmissão do vírus


A máscara do tipo PFF2 é um equipamento de proteção profissional que tem sido recomendado para uso diário da população como medida de combate à Covid-19. Por oferecer maior vedação, ela protege melhor o usuário do vírus: a taxa de filtragem checa aos 95%.

O modelo já é utilizado por profissionais de saúde nos hospitais. Estudante do quarto ano de medicina da Universidade Nove de Julho, Bruno Norberto conta que usa a máscara desde o início da pandemia em 2020:

“Além de lugares de alto fluxo, em que é impossível testar todo mundo, usamos em procedimentos onde há risco alto de se contaminar, como a intubação. UTI e enfermaria Covid, só entramos com essas máscaras com maior potencial de filtragem”.

À esquerda, o estudante Bruno Noberto. Ao lado, o repórter da EPTV Campinas, João Alvarenga. Fotos: Arquivo Pessoal

Filtragem mais potente

O distanciamento social ainda é a medida mais eficaz na prevenção da doença, já que as diretrizes internacionais sobre o contágio do coronavírus indicam a transmissão pelo ar.

Os chamados aerossóis são partículas de saliva expelidas ao falar e respirar, por isso, lugares com muitas pessoas e mal ventilados oferecem risco maior. Entretanto, o uso de PFF2 pode ajudar a população a se proteger em situações onde é preciso sair de casa.

Além de filtrar melhor o ar, o modelo, se usado corretamente, também pode ser reutilizado. Segundo a recomendação do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos, o tempo de uso varia de acordo com a exposição do vírus.

Para usar o modelo corretamente, é preciso primeiramente higienizar as mãos antes de colocar a máscara, sempre manuseando o elástico que deve ficar atrás da cabeça. É importante evitar tocar na parte externa do material, especialmente na hora de tirar. Ajuste o clipe nasal que garante a vedação; cobrindo o nariz e a boca, e assim todo o ar inspirado e expirado será filtrado. 

Em ambientes não hospitalares, é possível reutilizar a proteção e várias situações Basta deixar o objeto descansar em um local arejado, longe da exposição solar, por no mínimo três dias. Limpar a máscara com álcool ou outros desinfetantes prejudica o material, que já segue as normas técnicas para garantir um nível alto de proteção O estudante Norberto argumenta:

“Somos o nosso  primeiro paciente. Se não cuidarmos, não cuidaremos de mais ninguém. Então,  ficaremos todos doentes, ou até mesmo mortos”.



Principais informações sobre as máscaras do tipo PFF2. Arte: Bárbara Marques

Dia-a-dia no trabalho


Jornalista da EPTV Campinas, João Alvarenga adotou o uso no dia-a-dia de reportagens. Ele conta que aderiu às máscaras do tipo PFF2 após ver uma campanha de de cientistas no twitter defendendo o uso desse tipo de proteção. “Desde então, passei a me empenhar em também divulgar a importância de máscaras melhores para a proteção contra o coronavírus para amigos, familiares, colegas de trabalho e seguidores nas redes sociais”.

O repórter influenciou os companheiros de trabalho. "Na redação, muitos colegas também passaram a usar as PFF2 e até agora não tivemos casos de contágio na redação”. Ele também aponta que as pesquisas apontam uma eficácia de quase 100% do modelo:


“Me sinto mais protegido. Como tenho trabalhado presencialmente, é a forma que encontrei de me sentir mais seguro".

Alvarenga não é o único a achar que a máscara seria uma ferramenta importante no controle da pandemia. Diante do aumento dos casos da doença no início de 2021, o movimento nas redes têm ganhado força: a busca pelo modelo no Google aumentou 200%. Veja as principais informações no infográfico ao lado.


Entretanto, a recomendação varia entre países. No Brasil, a Anvisa não recomenda o uso da PFF2 para a população em geral, porém em março deste restringiu os modelos a serem usados em aeronaves e aeroportos. A medida restringe o uso de proteções de plástico e acrílico,  máscaras de tecido que não tenham três camadas e até mesmo modelos do tipo N95 e PFF2 que contenham válvulas.

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